
IDE Maker
Blocos inteiros coloridos, letra grande e cantos redondos. Dá para ler no projetor do fundo da sala, e quem está começando acha cada peça pela cor.
- Primeira aula de robótica
- Curso livre e contraturno
- Oficina maker e feira de ciências
Arraste os passos, diga em que pino cada peça está ligada e mande para a placa pelo cabo USB. Sem instalar nada e sem criar conta. Quando quiser, abra o código em Python ou C++ que a IDE escreveu.
Um programa, duas portas: Maker para escola e oficina, Industrial para treinamento e chão de fábrica. Qual escolher?
Para enviar pelo USB: Google Chrome ou Microsoft Edge no computador.
Cada cartão é uma instrução de verdade. A IDE transforma a lista de cartões em código e mostra esse código ao lado, linha por linha.
ESP32 ou Arduino Nano. A IDE mostra só os pinos que existem na placa escolhida e avisa quando um pino não serve para aquela peça.
Arraste cartões como "mover servo", "medir distância" e "se a distância for menor que". Em cada um, você diz em que pino a peça está ligada.
No ESP32, o programa vai pelo cabo USB direto do navegador. No Nano, a IDE entrega o código C++ pronto para a Arduino IDE.
Quatro juntas, um olho e uma voz. Cada peça tem os seus cartões na IDE, e cada cartão pergunta em que pino a peça está ligada: o mesmo programa serve para quem montou o braço do jeito dele.
Base, ombro, cotovelo e garra. Cada um gira de 0 a 180 graus.
Mede a distância até o objeto à frente da garra, de poucos centímetros a alguns metros.
Dois eixos e um botão cada: dá para mover as quatro juntas na mão.
Apita para avisar: objeto perto, posição gravada, fim do programa.

| Peça | Arduino Nano | ESP32 (DevKit) |
|---|---|---|
| Servo da base | D3 | GPIO 13 |
| Servo do ombro | D5 | GPIO 25 |
| Servo do cotovelo | D6 | GPIO 26 |
| Servo da garra | D9 | GPIO 27 |
| Joystick 1 (X, Y, botão) | A0, A1, D2 | GPIO 32, 33, 21 |
| Joystick 2 (X, Y, botão) | A2, A3, D4 | GPIO 34, 35, 22 |
| Ultrassônico (Trig, Echo) | D7, D8 | GPIO 18, 19 (com divisor) |
| Buzzer | D10 | GPIO 23 |
É uma sugestão, não uma regra: na IDE você troca o pino em cada cartão. Duas coisas valem sempre. Os quatro servos tiram corrente demais para a porta USB, então vão numa fonte de 5 V à parte, com o GND ligado ao da placa. E, no ESP32, o pino Echo do ultrassônico passa por um divisor de tensão, porque o módulo devolve 5 V e a placa trabalha com 3,3 V.
Por que estes pinosA lógica que faz o braço pegar um objeto na aula é a mesma de uma célula automatizada. Por isso a IDE é uma só, com duas portas de entrada: escolha a sua no botão.

Blocos inteiros coloridos, letra grande e cantos redondos. Dá para ler no projetor do fundo da sala, e quem está começando acha cada peça pela cor.

Cartões brancos, cor só na borda e o código sempre à vista. Cara de ferramenta de engenharia, para quem programa sequência, condição, sensor e atuador.
O programa é o mesmo nas duas: os mesmos cartões, os mesmos pinos e o mesmo código na placa. Um arquivo salvo na Maker abre na Industrial, e o contrário também.

A IDE gera o programa em MicroPython e envia pelo cabo USB, direto do navegador. O programa fica gravado como main.py e roda sempre que a placa liga, mesmo longe do computador.
Precisa: o MicroPython gravado no ESP32 e o Chrome ou o Edge no computador.

A IDE gera o código em C++ do programa montado, com a biblioteca Servo. Você baixa o arquivo .ino ou copia o código e envia pela Arduino IDE, como qualquer outro sketch.
Precisa: a Arduino IDE no computador. Nanos com o conversor CH340 podem pedir o driver no Windows.
Do primeiro programa em blocos ao pulso do servo e ao eco do ultrassom. Cada artigo termina com o que fazer na IDE.










Não. A IDE abre no navegador. Em alguns computadores com Windows, placas com o conversor USB CH340, comum no Nano e em vários ESP32, pedem o driver do fabricante do chip na primeira vez.
Montar o programa, sim. Mandar para a placa pelo USB usa o Web Serial, que existe no Google Chrome e no Microsoft Edge para computador. No Firefox, no Safari e no iPad, você monta o programa e baixa o código.
Não. O programa fica salvo no próprio navegador e pode ser baixado como arquivo. Quem usa outro computador leva o arquivo junto.
O MicroPython gravado na placa. Com ele, a IDE envia o programa como main.py e a placa passa a rodá-lo sempre que liga.
A IDE gera o código em C++ do programa montado. Você copia ou baixa o arquivo .ino e envia pela Arduino IDE, com a biblioteca Servo, que já vem com ela.
Só a porta de entrada e o visual. Os cartões, os pinos, o código que vai para a placa e o arquivo do programa são os mesmos: um programa salvo na Maker abre na Industrial, e o contrário também.
Sim. O painel de código mostra, enquanto você monta, o Python para o ESP32 ou o C++ para o Nano. É o mesmo texto que vai para a placa.
Vai usar com uma turma, num curso técnico ou num treinamento da fábrica? Fale com a engenharia: quem responde é quem fez o robô.
Fotos sob licença Unsplash: Keerthan DM, Vishnu Mohanan, Sufyan, حامد طه, Sahand Babali, Robin Glauser, stem.T4L, Fahim Muntashir, Asif Al, Salvino Fidacaro, Maik Winnecke, Niclas Illg, Thorium. As fotos de peças e robôs são ilustrativas; o braço da Data Frontier aparece no desenho do topo e na tabela de ligação.