Também está na Portaria IGAM 38/2025
Trechos da bacia do Paracatu em João Pinheiro aparecem entre os comprometidos. Vale a mesma regra de Unaí e Paracatu: sem intervenção nova nesses trechos e outorga coletiva provisória para quem já capta.
João Pinheiro é o maior município de Minas Gerais em área. Isso significa lavouras, pastagens e reflorestamento a dezenas de quilômetros da sede, cortados pelo rio Paracatu e seus afluentes, e muita captação longe de qualquer torre de celular. É o caso típico em que o satélite deixa de ser luxo e vira a única forma de o dado chegar.

Trechos da bacia do Paracatu em João Pinheiro aparecem entre os comprometidos. Vale a mesma regra de Unaí e Paracatu: sem intervenção nova nesses trechos e outorga coletiva provisória para quem já capta.
Medir é obrigatório em toda captação outorgada em Minas desde a Portaria 48/2019. A dificuldade em João Pinheiro é levar o dado de uma bomba a 60 km da cidade sem alguém ir lá anotar. É para isso que existe o transmissor híbrido.
Pela rede satelital DG a leitura chega em minutos; pelo chip NB-IoT que fala com satélite, em horas. Os dois cabem na exigência diária da ANA e no envio ao MIRA. Onde há 4G, também chega em minutos.
A Data Frontier desenvolve e fabrica o horímetro, a estação de medição de vazão e nível e a estação meteorológica. O transmissor escolhe a rede: celular onde existe, satélite onde não. O dado vai para o MIRA do IGAM ou para a API da ANA no formato que cada um pede, e para o seu WhatsApp quando algo sai do normal.