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Colheita florestal · harvester, forwarder e transporte

O harvester sabe quanto cortou. O escritório só descobre dias depois.

Horas de motor, paradas, posição e o resumo do turno de cada máquina de colheita, saindo do mato pela rede satelital DG onde não há torre. Disponibilidade mecânica e eficiência operacional calculadas sobre dado lido da máquina, não sobre boletim preenchido à mão no fim do dia.

  • O que entra no painel
  • Horas de motor e de trabalho por máquina
  • Paradas, com hora, local e motivo
  • Disponibilidade mecânica e utilização por frente
  • Posição de máquina, prancha e caminhão de madeira
O que já se sabe

Três fatos da colheita mecanizada.

A máquina já produz dado. O que falta é o dado sair da frente de colheita no mesmo dia e virar indicador sem ninguém digitar.

Padrão aberto
StanForD

O computador de bordo do harvester registra a produção no padrão StanForD 2010, mantido pelo instituto sueco Skogforsk e adotado pelos grandes fabricantes. O dado existe; o gargalo é trazê-lo do mato para o escritório.

StanForD 2010 (Skogforsk)
Indicador
DM

Disponibilidade mecânica é a fração do tempo em que a máquina estava apta a trabalhar. Calculada com horas lidas da máquina, deixa de ser a média otimista do boletim e passa a apontar qual máquina e qual defeito seguram a frente.

DM = (HT − HM) ÷ HT, com HT horas totais e HM horas em manutenção
Sistemas
2 sistemas

Toras curtas, com harvester e forwarder dentro do talhão, ou árvores inteiras, com feller buncher e skidder e o processamento na margem. O que medir muda com o sistema, e a telemetria é desenhada para o seu.

Nomes usuais: cut-to-length (CTL) e full tree
O que medimos

Da frente de corte ao pátio da fábrica.

Cada máquina e cada caminhão vira uma linha no painel, com hora, lugar e estado. O indicador sai sozinho no fim do turno.

Horas de motor e de trabalho

Horímetro lido da máquina ou de um sensor nosso, separando motor ligado de máquina trabalhando quando o equipamento oferece o sinal.

DM e eficiência operacional

Disponibilidade mecânica, taxa de utilização e eficiência operacional por máquina, turno e frente, com a mesma fórmula todo dia.

Parada e manutenção

Parada com hora e local, classificada pelo operador num botão ou pela manutenção no painel. O histórico mostra o defeito que mais segura a frente.

Transporte de madeira

Posição e ciclo do caminhão: fila no carregamento, tempo de viagem e fila na fábrica. É onde a colheita encontra a logística.

Dado que sai do mato

Onde não há torre, o resumo do turno sobe pela rede satelital DG e chega em até um dia; onde há, em minutos. Para apontamento diário, é o que a operação precisa.

Integração

API REST para o sistema de planejamento florestal ou o ERP. A leitura do arquivo de produção de cada marca é avaliada no levantamento.

Exemplo no painelUm turno de harvester, no painel
  1. 06:02Harvester H-07: motor ligado no talhão 31 Satélite
  2. 09:47Parada: mangueira hidráulica, local registrado Alerta
  3. 11:15Retorno ao trabalho: 1h28 em manutenção Satélite
  4. 17:58Fim do turno: 11h56 de motor, 9h20 de trabalho Satélite
  5. 18:00DM do dia na frente 3: 87% Registro

Exemplo ilustrativo. Pela rede satelital, o turno chega ao painel em até um dia, com a hora de cada evento.

Como é a implantação

Quatro etapas, com um responsável do começo ao fim.

  1. 01

    Levantamento

    Sistema de colheita, marcas e idade das máquinas, o que o computador de bordo já registra, onde há sinal e como o apontamento é feito hoje.

  2. 02

    Piloto

    Uma frente equipada, com o indicador calculado lado a lado com o boletim atual por um mês. Só avança se o número fechar.

  3. 03

    Implantação

    As frentes restantes, o transporte de madeira e o painel por frente e por máquina, com os alertas configurados.

  4. 04

    Operação

    Suporte de quem instalou e revisão mensal dos indicadores com a equipe de colheita e de manutenção.

Somos honestos sobre o que é nosso. O harvester e o seu computador de bordo são do fabricante, e o arquivo de produção é dele. O que fazemos é trazer o dado para fora do mato e transformar horas e paradas em indicador. Ler o arquivo de produção de cada marca é integração avaliada no levantamento, não promessa de página. E pela rede satelital o dado chega em até um dia: é apontamento diário, não acompanhamento minuto a minuto.

Para ler antes de decidir

O que perguntam antes de pedir proposta.

Perguntas frequentes

As dúvidas de sempre, respondidas sem rodeio.

Funciona com qualquer marca de harvester?

Horas, posição e parada funcionam em qualquer máquina, com sensor nosso quando ela não oferece o sinal. Ler os dados internos do computador de bordo depende da marca e do modelo, e é avaliado no levantamento.

O dado chega no mesmo dia?

Onde há torre de celular, em minutos. Na frente de colheita sem sinal, pela rede satelital DG, em até um dia, com a hora de cada evento. Para apontamento diário e indicador por turno, é o que a operação precisa.

O operador precisa fazer alguma coisa?

O mínimo: classificar a parada, num botão ou pelo painel. Horas, posição e início e fim de turno saem sozinhos.

Serve para empreiteiro de colheita?

Serve, e ajuda dos dois lados: o empreiteiro prova a disponibilidade da máquina e a empresa florestal paga sobre dado.

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Conte quantas frentes e que máquinas elas têm.

Resposta de um engenheiro, não de um robô. Diga as marcas e como o apontamento é feito hoje.

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Outros setores

Referências: StanForD 2010 (Skogforsk) · definições de disponibilidade mecânica, taxa de utilização e eficiência operacional da literatura de colheita florestal.