
Sensores sem fio de vibração
Triaxiais, com temperatura integrada, fixados na carcaça sem cabo. Enviam RMS por eixo, pico e frequência dominante ao gateway; a FFT completa sai sob demanda pelo painel. Firmware atualizado por OTA, sem visita.

Sensores de vibração e temperatura sem fio na carcaça, câmeras térmicas no painel, e uma plataforma que compara cada leitura com a norma ISO 10816 e avisa no seu WhatsApp quando o nível muda. Instala sem parar a produção.
Sensor, gateway, câmera, plataforma e alerta vêm da mesma casa que projeta e fabrica. Quando algo falha, não há três fornecedores apontando um para o outro.

Triaxiais, com temperatura integrada, fixados na carcaça sem cabo. Enviam RMS por eixo, pico e frequência dominante ao gateway; a FFT completa sai sob demanda pelo painel. Firmware atualizado por OTA, sem visita.

Registram o padrão de calor de painéis elétricos, mancais e motores ao longo do tempo. Conexão frouxa, fase sobrecarregada e atrito aparecem como ponto quente semanas antes de virar cheiro de queimado.

Cada leitura é comparada com os limiares da ISO 10816-3 ou com os seus. Mudou de nível, você recebe e-mail e WhatsApp. Tendência estimada com confiabilidade declarada, histórico, auditoria e painel em qualquer navegador.

O sensor sem fio vai na carcaça do motor, no mancal ou na bomba. Mede vibração nos três eixos e temperatura, e fala por rádio com o gateway.
Um gateway por área recebe os sensores e envia pela rede celular. Sem sinal, guarda no cartão SD e entrega depois. Fora da cobertura celular, a mesma casa oferece satélite.
Histórico por eixo, temperatura, espectro FFT sob demanda e comparação de cada leitura com os limiares do sensor, pela ISO 10816-3 ou pelos seus.
Mudou de nível, chega e-mail e WhatsApp com sensor, eixo, valor e limiar. Voltou ao normal, fica registrado. A tendência diz quanto tempo você tem.
A norma define faixas de vibração por porte de máquina e rigidez da base. A plataforma já traz as classes prontas; você escolhe a da sua máquina ou define limites próprios. Uma máquina oscilando no limite não dispara aviso a cada leitura: há histerese na volta ao normal.
Exemplo, Grupo 2 (15 a 300 kW) em base rígida: alerta a partir de 2,8 mm/s e alarme a partir de 4,5 mm/s RMS. Grupo 1 e bases flexíveis têm limites próprios, todos disponíveis no painel.
Um rolamento gastando aparece na vibração. Uma conexão frouxa no painel, uma fase sobrecarregada ou um mancal com atrito aparecem primeiro como calor. As câmeras térmicas registram o padrão de temperatura do ativo em intervalos regulares, e a plataforma compara com o histórico: ponto quente novo é alerta, não surpresa.
A termografia complementa a vibração; a especificação da câmera é definida por ativo, na proposta.

| Corretiva (quebrou, troca) | Preventiva (por calendário) | Preditiva (pela condição) | |
|---|---|---|---|
| Quando intervém | Depois da falha | Em data fixa, esteja a peça boa ou não | Quando a medição mostra desgaste |
| Parada de produção | Não planejada, no pior momento | Planejada, mas frequente | Planejada, só quando necessária |
| Peças | Dano em cascata: o que quebrou e o que estava perto | Troca peças com vida útil sobrando | Troca no fim da vida útil real |
| O que você sabe da máquina | Nada até parar | A data da última troca | Vibração, temperatura e tendência, todo dia |
A ISO 10816-3 (hoje ISO 20816-3) define faixas de vibração aceitáveis por porte de máquina e tipo de base, em mm/s RMS. A plataforma usa essas faixas como limiares padrão: zona C gera alerta, zona D gera alarme. Você pode trocar a classe ou definir limites próprios por sensor.
Não. Os sensores de vibração são sem fio, fixados na carcaça do motor, mancal ou bomba, e falam por rádio com um gateway 4G próximo. A instalação não exige cabo, painel nem parada de produção.
O gateway usa a rede celular 4G e guarda as leituras em cartão SD quando o sinal cai, enviando tudo depois. Para plantas sem cobertura celular, a mesma casa oferece a conectividade por satélite.
Cada leitura é comparada com os limiares do sensor. Só a mudança de nível gera aviso, para não inundar sua caixa: entrou em alerta, avisa; entrou em alarme, avisa; voltou ao normal, registra. O aviso sai por e-mail e por WhatsApp.
Ela estima. Com histórico suficiente, ajusta a tendência da vibração e projeta quando o limiar de alarme seria atingido, dizendo também a confiabilidade da estimativa. Rolamento em desgaste acelera no fim, então tratamos o número como prazo máximo, não como data marcada.
Vibração conta a história mecânica; calor conta a elétrica e a de atrito. As câmeras registram o padrão térmico de painéis, mancais e motores ao longo do tempo, e um ponto quente novo vira alerta antes de virar parada.

A IoTData é o braço industrial da Data Frontier: a mesma casa que projeta a eletrônica, usina a mecânica e escreve o firmware. O sensor não é revenda de catálogo, e quem instala é quem fez.
Resposta de um engenheiro, não de um robô. Traga a lista de ativos críticos e a gente monta a proposta por cima dela.
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