O reefer tem máquina de frio própria e depende da tomada no pátio. Desligado para mudar de pilha, ou com a tomada solta, esquenta em silêncio. Temperatura e energia medidas em cada contêiner trocam o laudo de avaria por um alerta antes da perda.
Três fatos da operação portuária.
Carga que perde temperatura, caminhão que espera e recinto longe do mar. Os três se medem, e os três viram dinheiro.
É o prazo máximo para carga e descarga, contado da chegada do caminhão; passado dele, o transportador tem direito a estadia por tonelada e hora. Chegada e saída registradas por cerca eletrônica são a prova das duas partes.
Recinto alfandegado de uso público no interior, onde a carga é armazenada e desembaraçada longe do mar. O problema de pátio é o mesmo do porto: contêiner, equipamento e fila, com a engenharia a poucas horas de distância em Minas.
Da tomada reefer ao gate.
Cada contêiner, cada máquina e cada caminhão com hora, lugar e estado, e o aviso indo para quem está de plantão.
Reefer na tomada
Temperatura, energia presente na tomada e alarme da máquina de frio. Contêiner desligado ou fora da faixa vira aviso no plantão.
Equipamento de pátio
Reach stacker, empilhadeira e cavalo de pátio com posição, horas de motor e cerca. Manutenção por uso e utilização real de cada máquina.
Gate e tempo de espera
Cerca eletrônica na entrada, no pátio de triagem e no costado. Quanto cada caminhão esperou, onde e em que etapa.
Vento e chuva
Estação meteorológica no terminal: vento para a operação de guindaste, chuva para o granel que não pode molhar e histórico para justificar a parada.
Pedestre e máquina
Câmera com detecção de pedestre na empilhadeira e no reach stacker, a mesma do IoT Safety.
Integração
API REST para o sistema do terminal, com o dado dos sensores ao lado do que o sistema já controla.
- 22:10Reefer do bloco C, pilha 4: tomada sem energia Alerta
- 22:12Aviso ao plantão pelo WhatsApp Celular
- 22:31Energia de volta; temperatura voltando à faixa Celular
- 23:05Rajada de vento acima do limite do guindaste Alerta
- 23:40Caminhão saiu do gate: 6h15 entre chegada e saída Registro
Exemplo ilustrativo. Limites e destinatários de cada alerta são configurados com o terminal.
Quatro etapas, com um responsável do começo ao fim.
- 01
Levantamento
Quantas tomadas reefer, que equipamentos de pátio, onde é o gate, o que o sistema do terminal já registra e o que falta.
- 02
Piloto
Um bloco de reefer e alguns equipamentos, com o dado comparado ao controle atual por um mês.
- 03
Implantação
O pátio inteiro, a estação meteorológica e as cercas do gate, com o painel e os alertas do plantão.
- 04
Operação
Suporte de quem instalou e revisão dos limites de alerta com a operação.
Somos honestos sobre o que é nosso. A máquina de frio do reefer é do fabricante dela, e o sistema do terminal é de quem já o opera. O que fazemos é medir o que eles não mostram juntos, trazer para um painel e avisar a pessoa certa. No terminal com sinal de celular, o dado chega em minutos; a rede satelital DG, que entrega em até um dia, fica para o contêiner e o caminhão que seguem viagem pelo interior.
O que perguntam antes de pedir proposta.
As dúvidas de sempre, respondidas sem rodeio.
Vocês monitoram o reefer durante a viagem de navio?
O foco é o pátio, o porto seco e a estrada. No navio o reefer fica ligado à rede de bordo, e o dado de bordo é do armador. Na estrada até o interior, o monitoramento segue pelo celular ou pela rede satelital.
Funciona em porto seco?
Igual: tomada reefer, equipamento de pátio, gate e estação. Em Minas há recintos alfandegados em várias cidades, e a engenharia fica em Belo Horizonte.
A estação substitui a meteorologia oficial?
Não. Ela mede vento, chuva e temperatura no ponto exato da operação, com histórico, que é o que a parada de guindaste e a justificativa de atraso precisam.
Integra com o sistema do terminal?
Por API REST, sim. O escopo é definido no levantamento, com a equipe de TI do terminal.
Conte o tamanho do pátio e o que mais dói.
Resposta de um engenheiro, não de um robô. Diga quantas tomadas reefer e que equipamentos o terminal tem.
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Normas citadas: Lei 11.442/2007, art. 11, § 5º (redação da Lei 13.103/2015) · Decreto 6.759/2009 (Regulamento Aduaneiro), art. 11.