É o máximo de direção ininterrupta do motorista profissional de carga, com 30 minutos de descanso a cada 6 horas e 11 horas de descanso a cada 24. Ignição e movimento registrados com hora são o insumo do controle de jornada que a empresa precisa fazer.
Três fatos que decidem o rastreador certo.
A lei do motorista, o seguro da carga e o mapa de cobertura do celular. Nenhum deles depende de marketing, e os três mudam o que o equipamento precisa fazer.
Desde 2023 o seguro de carga é contratado pelo transportador e fica amarrado a um Plano de Gerenciamento de Risco acertado com a seguradora. É o PGR que diz que rastreamento, que cercas e que resposta a evento a frota precisa ter.
O mesmo equipamento fala com a torre de celular, que entrega a posição em minutos, e com a rede satelital DG onde não há torre, que entrega o registro em até um dia. Estrada de terra, fazenda e frente de obra deixam de ser buraco no mapa.
Do caminhão na BR ao gerador parado no canteiro.
Um equipamento e uma plataforma para tudo que anda ou fica longe. O que muda de um para o outro é a fonte de energia e a frequência de envio.
Caminhão e utilitário
Posição, trajeto, velocidade, ignição e paradas, com cerca eletrônica no pátio e em cada cliente. Quem saiu, quando chegou, quanto esperou.
Máquina agrícola e de obra
Horas de motor para a manutenção por uso e para cobrar hora trabalhada, e cerca na fazenda ou no canteiro para saber se a máquina saiu de onde devia estar.
Ativo sem energia
Carreta desengatada, gerador, contêiner, tanque. Localizador a bateria que acorda, manda a posição e volta a dormir, pela rede satelital quando não há torre.
Jornada e tempo de direção
Ignição e movimento com hora, por motorista e por dia, como insumo do controle de jornada. O painel mostra; a política de jornada é da empresa.
Alertas que importam
Saída de cerca fora de hora, parada longa, ignição de madrugada, bateria baixa. Aviso por e-mail e WhatsApp só na mudança, não a cada ponto.
Integração
API REST para o seu ERP, TMS ou gerenciadora de risco. Rastreador de outro fornecedor que tenha API pode entrar no mesmo painel.
- 05:42Ignição ligada no pátio Celular
- 05:58Saiu da cerca "Pátio Contagem" Celular
- 09:14Entrou em trecho sem torre de celular Satélite
- 11:37Chegou à cerca "Cliente Unaí" Satélite
- 14:05Saiu do cliente: 2h28 de espera Celular
- 17:50Ignição desligada: 9h12 de motor no dia Celular
Exemplo ilustrativo. Os pontos que viajam pela rede satelital chegam ao painel em até um dia, com a hora em que aconteceram.
Quatro etapas, com um responsável do começo ao fim.
- 01
Levantamento
Quantos veículos e máquinas, que rotas, onde o celular falha, o que o seu PGR e a sua seguradora pedem, e se já existe rastreador que vale aproveitar.
- 02
Piloto
Poucos veículos equipados, cercas e alertas configurados, um mês de dado lado a lado com o que a operação já usa. Só avança se o número bater.
- 03
Instalação
Instalação na frota, plataforma ativada para a sua operação e treinamento de quem vai olhar: o encarregado de frota, a manutenção, o financeiro.
- 04
Operação
Suporte de quem fez, relatório de uso e ajuste das regras de alerta conforme a operação ensina o que importa.
O que é verdade sobre satélite. Pela torre de celular, a posição chega em minutos. Pela rede satelital, o registro chega em até um dia, com a hora em que aconteceu: é o que garante que nenhum trecho some do histórico, não um acompanhamento minuto a minuto. Quem precisa acompanhar de perto onde não há torre deve dizer isso no levantamento, porque muda o equipamento e o custo.
O que perguntam antes de pedir proposta.
As dúvidas de sempre, respondidas sem rodeio.
Rastreador satelital funciona onde não tem sinal de celular?
Funciona: é para isso que ele existe. O satélite não depende de torre. O que muda é o prazo: pela rede satelital DG o registro chega à plataforma em até um dia, com a hora em que aconteceu. Por isso o equipamento é híbrido: usa o celular onde ele existe e o satélite só onde ele acaba.
Quanto custa?
Depende de três coisas: quantos veículos, quanto do trajeto fica sem torre e com que frequência a posição precisa subir. O satélite é o componente caro, e o híbrido só o usa quando precisa. O preço sai do levantamento, por escrito, antes de qualquer instalação.
Serve para trator e máquina de obra?
Serve. Na máquina, o que mais vale costuma ser o horímetro, para manutenção por uso e para cobrar hora trabalhada, e a cerca, para saber se a máquina saiu da fazenda ou do canteiro.
Dá para juntar com câmera de fadiga?
Dá. O evento da câmera (sono, celular na mão, distração) entra na mesma linha do tempo do rastreador. Veja a página IoT Safety.
Já tenho rastreador. Preciso trocar?
Não necessariamente. Se o fornecedor atual oferece API, o dado dele pode entrar no mesmo painel dos equipamentos novos. O levantamento diz o que vale aproveitar.
Conte quantos veículos e por onde eles andam.
Resposta de um engenheiro, não de um robô. Diga as rotas e onde o celular falha: é isso que define o equipamento.
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Normas citadas: Código de Trânsito Brasileiro, art. 67-C (Lei 13.103/2015) · Lei 11.442/2007, com a redação da Lei 14.599/2023.