O transmissor escolhe a rede, você não precisa saber qual. Onde há torre, o dado sobe pela operadora em minutos. Onde não há, sobe pela rede satelital DG, em até um dia. É o suficiente para a entrega diária que o IGAM e a ANA pedem, e para o alerta de máquina que não pode esperar a próxima ronda.
Onde chega: Todo o território brasileiro, inclusive onde não há torre nenhuma.
Quando o dado chega: Leitura em até um dia (2 a 3 passagens do satélite por dia).
Para o quê: Poços e captações longe da sede, pivôs no meio da lavoura, áreas de mata e de serra.
NB-IoT e 4G
Onde chega: Onde a operadora chega: sedes, rodovias e o entorno das cidades.
Quando o dado chega: Leitura em minutos. O chip híbrido usa a torre quando há sinal e o satélite quando não há.
Para o quê: Estações de bombeamento perto da estrada, barramentos, indústrias e usinas.
LoRa (rede local)
Onde chega: Dentro da propriedade ou da planta, com um gateway nosso concentrando os sensores.
Quando o dado chega: Leitura em segundos entre sensor e gateway; o gateway sobe pela rede que houver.
Para o quê: Vários pontos de medição no mesmo talhão ou galpão, sensores de vibração em máquinas.
Municípios com página própria
Noroeste de Minas e Alto São Francisco, onde a outorga mais aperta.
Cada município abaixo tem uma página com o que muda para quem capta ali: a portaria que vale, o órgão que recebe o dado e a rede que chega. A instalação com ART e o cadastro de operador são feitos onde o cliente estiver; a rede satelital DG e o chip NB-IoT funcionam em todo o Brasil.
Diga onde fica o ponto. A gente diz qual rede chega lá.
Um engenheiro confere a cobertura das operadoras no ponto e responde no seu WhatsApp com o transmissor que cabe: celular, híbrido ou satelital. Sem compromisso.