do café produzido no Brasil em 2024 saiu de Minas Gerais: 1,69 milhão de toneladas. Metade do café do país vem do estado.
Três fatos do café irrigado em Minas.
Minas planta metade do café do país, e a irrigação decide produtividade e a conta de água e energia. As duas coisas se medem.
Irrigação com captação acima do uso insignificante precisa de outorga, e na regra geral de Minas a outorga pede medição de vazão ou horímetro. O mesmo equipamento que mede a água do café entrega a planilha que o IGAM pede.
O Cerrado Mineiro foi a primeira região de café do Brasil com Denominação de Origem, em 2013. Origem controlada vende rastreabilidade, e dado de campo com hora é rastreabilidade.
Da captação à raiz do cafeeiro.
Horímetro, vazão, estação e rede já existem e já atendem a outorga. Os sensores de solo e de linha estão em desenvolvimento.
Horímetro e vazão
Horas de bomba e vazão de cada captação, com a entrega ao IGAM e à ANA que a outorga pede.
Estação meteorológica
Chuva, temperatura, umidade e vento da própria fazenda, a base do balanço hídrico e da decisão de irrigar.
Umidade do solo
Sensor de umidade em duas ou três profundidades, para irrigar quando o solo pede e não pelo calendário.
Pressão na linha de gotejamento
Pressão no início e no fim da linha: queda aponta rompimento, subida aponta entupimento.
Nível do reservatório
Nível da represa ou do tanque de fertirrigação, com aviso antes de faltar água.
Talhão sem sinal
Rádio LoRa até a sede ou a rede satelital DG, em minutos, onde não há torre.
- 05:00Estação: 12 dias sem chuva, umidade do ar a 28% Registro
- 05:05Talhão 4: umidade do solo abaixo do limite a 40 cm Alerta
- 06:00Bomba 2 ligada; vazão dentro da outorga Satélite
- 09:30Linha 7: pressão caiu 30% no fim da linha Alerta
- 09:31Aviso ao irrigante pelo WhatsApp Celular
Exemplo ilustrativo. Os sensores de umidade do solo e de pressão de linha estão em desenvolvimento.
Começa pela água que a outorga já pede para medir.
- 01
Levantamento
Captações, outorga, sistema de irrigação (gotejamento ou pivô), talhões críticos e onde há sinal.
- 02
Medição da água
Horímetro e vazão em cada captação, com a planilha da outorga automatizada.
- 03
Clima e solo
Estação meteorológica na fazenda e, no piloto, os sensores de umidade do solo e de pressão de linha nos talhões escolhidos.
- 04
Operação
Limites definidos com o agrônomo, relatório e suporte de quem instalou.
Somos honestos sobre o que já existe. Horímetro, medição de vazão, estação meteorológica, rede (com a rede satelital DG entregando em minutos) e plataforma já existem e já atendem a outorga. Os sensores de umidade do solo, pressão de linha e nível de reservatório estão em desenvolvimento e aparecem como em breve. A decisão de irrigar é do agrônomo: a plataforma põe o dado da fazenda na mão dele.
O que perguntam antes de pedir proposta.
As dúvidas de sempre, respondidas sem rodeio.
Já tenho outorga. Serve para mim?
Serve, e é por onde começamos: horímetro e vazão em cada captação, com a planilha da outorga automatizada. Solo e linha entram depois, no talhão que mais importa.
Funciona no gotejamento e no pivô?
Nos dois. No gotejamento, a pressão da linha e a umidade do solo pesam mais; no pivô, o horímetro, a vazão e a estação.
A cooperativa pode acompanhar?
Pode, com o acordo do produtor: relatório ou API para o sistema da cooperativa e da assistência técnica.
Quando ficam prontos os sensores de solo e de linha?
Estão em desenvolvimento e entram em piloto com o primeiro produtor ou cooperativa parceira. Quem quiser ser esse piloto fala com a gente pelo formulário.
Diga a área irrigada e como a água chega ao café.
Resposta de um engenheiro, não de um robô. Diga o sistema de irrigação, as captações e se já tem outorga.
Chamar no WhatsAppO mesmo hardware e o mesmo painel, em outros setores.
Normas e fontes citadas: Portaria IGAM 48/2019 · IBGE, Produção Agrícola Municipal 2024 · Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro (INPI).

















