Está na Portaria IGAM 38/2025
Trechos da bacia do Paracatu em Unaí têm comprometimento de água subterrânea acima de 100%. Ali não entra poço novo e os usuários existentes migram para outorga coletiva provisória por dois anos.
Unaí é o coração do agro irrigado do Noroeste de Minas: pivôs de feijão, milho e soja em escala, e captações em poços e cursos d’água da bacia do Paracatu, sobretudo na sub-bacia do rio Preto. É também um dos nove municípios com trechos onde a água subterrânea outorgada já passa do que o aquífero repõe.

Trechos da bacia do Paracatu em Unaí têm comprometimento de água subterrânea acima de 100%. Ali não entra poço novo e os usuários existentes migram para outorga coletiva provisória por dois anos.
Na outorga coletiva o IGAM administra um volume que já está no limite. Saber quanto cada um tira deixa de ser preferência e vira condição: é o cenário em que a Portaria 48/2019 permite exigir transmissão telemétrica.
No entorno da cidade e das rodovias há 4G. Nas lavouras afastadas e nas baixadas, muitas vezes não. Um transmissor que fala com a torre celular e, quando ela some, com o satélite, cobre os dois casos.
A Data Frontier desenvolve e fabrica o horímetro, a estação de medição de vazão e nível e a estação meteorológica. O transmissor escolhe a rede: celular onde existe, satélite onde não. O dado vai para o MIRA do IGAM ou para a API da ANA no formato que cada um pede, e para o seu WhatsApp quando algo sai do normal.