Rede celular própria
Não depende da rede da empresa nem de liberação da TI para sair: o chip do gateway sobe o dado.
Recebe os sensores sem fio da área, lê inversor e CLP pela porta Modbus, e sobe tudo para a plataforma IoTData pela rede celular. Quando o sinal cai, guarda a fila e entrega depois, sem perder leitura. Placa, invólucro e firmware desenhados e montados em Belo Horizonte.
Os sensores de vibração, as câmeras térmicas e os lubrificadores da área falam com o gateway.
Pela porta Modbus, o gateway lê o que já existe na planta: inversor, medidor, CLP.
Sem sinal, a fila fica no gateway, com a hora de cada leitura, até a rede voltar.
Pela rede celular, tudo sobe para a plataforma IoTData, com histórico e alerta.
O gateway é o motivo de o sensor não precisar de cabo nem de internet própria, e de a planta não precisar trocar o que já funciona.
Não depende da rede da empresa nem de liberação da TI para sair: o chip do gateway sobe o dado.
Lê inversor, medidor de energia e CLP pelo mapa de registros de cada fabricante, configurado na plataforma, sem reescrever firmware a cada marca.
Queda de sinal não vira buraco no histórico: o gateway guarda e entrega depois, com a hora em que cada leitura aconteceu.
O código que roda no gateway é nosso, e quem projetou resolve quando algo falha, sem chamado em fabricante de fora.
Para o ponto sem cobertura, a mesma casa oferece a rede satelital DG, que entrega em minutos.
O que chega à plataforma segue por API para o ERP, o sistema de manutenção ou o supervisório.
| Rede | Celular 4G |
|---|---|
| Dispositivos sem fio | Sensores de vibração, câmeras térmicas e lubrificadores Data Frontier |
| Protocolos de campo | Modbus RTU (RS-485) e Modbus TCP |
| Sem sinal | Fila local, entregue quando a rede volta |
| Plataforma | IoTData Cloud, com API REST |
| Sensores por gateway | Sob consulta |
| Alimentação | Sob consulta |
| Montagem | Sob consulta |
| Grau de proteção | Sob consulta |
Onde está escrito sob consulta, o valor depende do modelo e vai na ficha técnica que acompanha a proposta. Preferimos isso a publicar um número que não podemos garantir para a sua aplicação.
Concentra os sensores de vibração, as câmeras térmicas e os lubrificadores de uma área da fábrica.
Lê os inversores por Modbus e sobe geração, estado e alarme para o painel da usina.
Medidor de energia, de vazão e de nível que já têm saída Modbus entram no mesmo painel.
Projetado, fabricado e mantido pela mesma equipe.
A placa, o firmware, a integração e a plataforma são da Data Frontier, em Belo Horizonte. Quando algo falha, quem atende é quem projetou, sem fornecedor de fora apontando para outro. Conheça a empresa.
Não. Ele tem a própria conexão celular. Se a TI preferir a rede da planta, o levantamento vê como.
Depende da distância, das paredes e do tipo de sensor, e vai na proposta. O levantamento define quantos gateways a área precisa.
Se o equipamento tem Modbus RTU ou TCP e o fabricante publica o mapa de registros, sim. O mapa é configurado na plataforma.
O gateway guarda a fila e entrega quando o sinal volta. Para o ponto sem cobertura nenhuma, a rede satelital DG entrega em minutos.
Resposta de um engenheiro, não de um robô. Diga os sensores e os equipamentos com Modbus da área: é isso que define o gateway.
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